Tentativa de desvio de buraco na estrada pode ter sido motivo do acidente
Alexandre Lima
Um acidente fatal ocorrido por volta das 9:40 deste domingo, dia 23, deixou um saldo de duas mortes na BR 317, sentido Epitaciolândia/Rio Branco, envolvendo um carro ocupado por quatro pessoas e uma moto que era pilotada por um pai que levava seu filho na garupa.
Segundo foi apurado no local, o motivo ainda será divulgado em data futura pelo perito criminal que foi ao local, para buscar informações conclusivas de quem seria a culpa. De primeira-mão, se leva a crer que a tentativa de desviar de um buraco na BR, possa ser o motivo.
O carro, modelo Fiat, placas NAB 0131, ia sentido cidade de Epitaciolândia. Dentro, ia Francisco Matias Sales (21), Flora Mª Ribeiro Marques (40) e duas adolescentes de 14 e 15 anos. Todos deram entrada no hospital para exames de praxe, para em seguida serem liberados e ouvidos na delegacia.
Já no sentido contrário, na moto modelo Honda, placa NAD 7510, conduzida por Maurilio Gonsaga de Araújo (40), que levava seu filho na garupa, Yan Rufino de Araújo, de apenas 17 anos, morreram no local após a moto colidir contra o carro. Pai e filho estavam a pouco menos de 200 metros de chegarem no sítio onde familiares estavam esperando.
O corpo do jovem só foi encontrado, cerca de uma hora depois dentro do mato, após os policiais desconfiarem dos dois capacetes encontrado do local. Yan apresentava fratura numa das pernas e pode ter sofrido ferimentos graves no tórax, o que pode ter o lavado a óbito.
Maurilio apresentava fraturas expostas num dos braços, perna, além de cortes na cabeça e vários arranhões no tórax. O que leva a crer que seria ele que estava pilotando a moto e o veículo teve sua frente bastante danificada com o impacto.
A violência do choque destruiu a moto, que teve o tanque arrancado e a parte da frente totalmente destruída. Os corpos foram resgatados pelos agentes do Instituto Médico Legal – IML, provavelmente seria levados até a Capital para exames de necropsia e depois entregues aos familiares.
As imagens abaixo são de forte impacto. Se recomenda prudência e são inadequadas para menores de 16 anos.fonte: Oaltoacre
Polícia Federal aperta cerco contra traficantes na fronteira do Acre
Operações na fronteira e BR 317 resultou na prisão de dois traficantes em 24 horas.
Alexandre Lima
Duas destas operações impediram que aproximadamente cinco quilos de cocaína chegassem na capital acreana/Fotos: Alexandre Lima-Oaltoacre
O serviço de inteligência da Polícia Federal, na fronteira do Acre, vem obtendo bons resultados nos últimos dias, tirando de circulação alguns traficantes que tentaram levar da cidade de Cobija entorpecentes para abastecer o mercado negro na Capital do Acre, Rio Branco.
Duas destas operações impediram que aproximadamente cinco quilos de cocaína chegassem na capital acreana.
Uma apreensão ocorreu na ponte Wilson Pinheiro, quando o traficante tentava passar desapercebido com a droga disfarçada numa sacola de compras.
A mais recente aconteceu na BR 317, sentido Epitaciolândia/Rio Branco, e foi necessário uma perseguição em alta velocidade para deter o traficante conhecido por “Betinho”, que gozava de liberdade condicional após ter sido condenado há 13 anos de cadeia pelo mesmo delito, em 2008.
Na perseguição, Betinho tentou se livrar dos agentes federais com um ‘cavalo de pau’, na BR na altura do km 13. A manobra ocasionou uma batida entre os veículos, fazendo-o sair da estrada, quase caindo num barranco.
Betinho tinha pouco mais dois quilos de cocaína dentro do veículo, motivo pelo qual foi preso em flagrante, por tráfico internacional de drogas, entre outros delitos. Ele voltará ao presídio para cumprir o restante de sua pena.
João Matheus Ferreira, Luiz Signor e Thiago Correia - 14/11/2012 - 08:00Rio de Janeiro (RJ)
Süleyman Arat, repórter do “Hürriyet News”, queria ser o primeiro a entrevistar Alex após sua saída do Fenerbahçe. Para isso, tinha que chegar ao Brasil antes do próprio. Mas um funcionário do aeroporto de Istambul o colocou em uma roubada. Ele achava que o apoiador iria para o Cruzeiro, como as notícias da época diziam. E pior, achava que não tratava-se apenas de um clube, mas também da cidade da Raposa. E quando viu que o destino do jogador era Curitiba, confundiu-se nas abreviaturas de aeroportos (CRU e CUR) e o mandou para Cruzeiro do Sul. No Acre.
Para chegar lá, ele saiu de Istambul, foi até Paris, depois para São Paulo, e fez o seguinte trajeto: Fortaleza (CE) - Belém (PA) - Manaus (AM) - Porto Velho (RO) - Rio Branco (AC) - Cruzeiro do Sul (AC). E mesmo assim, de acordo com os seus cálculos, ele ainda chegaria seis horas antes de Alex, que passaria apenas em Dakar (capital do Senegal) e iria para Curitiba em voo fretado. Não demorou a reparar que algo não estava indo bem:
– Ainda do ar, vi que era uma verdadeira floresta, não parecia que seria uma cidade que Alex viveria, fiquei em dúvida.
Mesmo com dificuldade de comunicação – poucos falavam inglês – Süleyman começou a perguntar por Alex. Só um homem com cerca de 50 anos, com a camisa do Flamengo, conhecia o jogador, mas tinha certeza que aquele não era o destino de uma estrela.
Eles foram para a casa do administrador do aeroporto. Com a confusão desfeita, o turco descobriu que estava a mais de 4 mil quilômetros do destino certo, e vinha apenas um pensamento:
– Eu estava tão irritado... Eu perdi o voo do Alex por causa da falha do atendente do aeroporto em Istambul, estava longe de casa, na Amazônia, onde reinam as cobras e vivem as sucuris.
Süleyman ligou para o seu jornal, recebeu apoio do chefe, e até teve o aval para voltar. O que lhe deu ainda mais vontade de conseguir a entrevista. A sorte foi que o flamenguista (que ele não lembra o nome) seria apenas o primeiro homem de bom coração que ele iria encontrar no caminho até o final feliz.
O repórter já esgotado no avião, após várias horas de viagens (Foto: Arquivo pessoal)
Amigos no caminho O flamenguista o apresentou a Airton, que o levou no dia seguinte para Rio Branco. E ainda houve tempo para um churrasco na casa do peruano Paulo Banir. Na noite seguinte, Arat já estava em Curitiba, encontrou mais um brasileiro que o ajudou (deu-lhe dinheiro), e na outra manhã ele estaria pronto para a nova parte da saga: encontrar Alex. E fez o caminho mais próximo.
– Eu entrei em contato com o seu tradutor, Samet Güzel, e disse que a entrevista era muito importante para mim, e que seria um desastre, mas ele disse que Alex não aceitaria.
Enfim, Alex Até que depois de quatro dias de vigília perto da casa de Alex, um final feliz e inesperado para o turco. Quando foi a um shopping para fazer câmbio e jantar, encontrou por acaso o jogador, e foi só alegria.
– Dei um abraço na mesma hora, e ele não conseguiu escapar mais. Depois de 45 minutos de uma conversa amigável, tirei algumas fotos e, enfim, fiz a entrevista, que foi muito importante para mim e para o jornal – comemora o jornalista que, de quebra, ainda foi ver um jogo do Coxa, e conseguiu entrevistas com Deivid e Lincoln, que também atuaram na Turquia.
E para piorar tudo, a sigla do aeroporto de Cruzeiro do Sul nem é CRU, é CRZ. Por causa disso, ele fez o trajeto de 13.240 quilômetros no total.
O momento mais esperado de todos: o encontro com Alex (Foto: Arquivo pesoal)
Quem conta um conto...
Toda esta história foi descoberta em entrevista que Felipe Ximenes, superintendente de futebol do Coritiba, concedeu ao LANCENET! há menos de um mês. Como é normal em qualquer conto deste tipo, as versões ganham alguns equívocos, que foram corrigidos pelo próprio Suleyman Arat. No início, o repórter teria andado até de pau de arara e sofrido pressão de seu chefe, de que se não conseguisse a entrevista, poderia ser demitido.
- Eu tenho 33 anos de casa, já fiz grandes trabalhos, e não seria essa falha que iria custar meu emprego. Pelo contrário, tive apoio o tempo todo - conta o repórter.
Mas muito mais do que a saga de um jornalista por um bom trabalho, tudo isso mostra a idolatria que a Turquia ainda tem por Alex. Nesta entrevista de Ximenes, ele conta como o povo de lá ainda se liga no jogador.
- Desde o momento em que o Coritiba anunciou o Alex, 20% dos acessos na nossa homepage são da Turquia. É uma coisa inacreditável. A idolatria que os turcos têm por ele é uma coisa fantástica - disse o dirigente, que tenta entender o que aconteceu com o jornalista:
- O Alex deixou Istambul em um voo fretado e ninguém sabia onde ele jogaria. A imprensa turca especulou muito que ele jogaria no Cruzeiro, pois ele saiu do Cruzeiro para ir para a Turquia. Um jornalista, sempre querendo dar furo, veio atrás dele.
Já o próprio jogador, que deu a entrevista com bom humor, também vê a história de forma divertida, mas também reflete sobre o amor que o país tem pelo futebol.
- O jornal dele não deve ter Google, né? Como o cara coloca Cruzeiro de Belo Horizonte e vai parar no Acre? É algo absurdo (risos). Achei toda essa história muito louca e que só mostra a paixão e o fanatismo que o povo turco tem pelo futebol.
No meio da viagem, ainda no Norte, um momento para tomar um coco (Foto: Arquivo pessoal)
Com a palavra Süleyman Arat Repórter do jornal ‘Hürriyet Daily News’ (TUR)
Alex é um jogador adorado na Turquia, mesmo entre torcedores dos rivais, como Besiktas e Galatasaray. Sua nova vida interessa aos leitores turcos. Eu gostaria de ser o primeiro a entrevistá-lo. Mas não tínhamos muita informação. Minha única chance era estar no Brasil um dia antes dele, seguí-lo, e convencê-lo a falar.
Eu tinha pouco tempo para descobrir seu voo, e foi aí que eu tive o problema no aeroporto.
Eu estava tão cansado quando aterrissei, era um bonito e pequeno aeroporto. A primeira coisa que eu fiz foi perguntar a um funcionário “Quando o avião de Alex vai pousar?”. Ele disse que não conhecia nenhum Alex e que nenhum outro avião pousaria naquele dia. Fiquei chocado.
Foi quando conheci o meu amigo flamenguista, que tinha um inglês muito pobre, mas era muito gentil. Descobrimos a real situação. Eu liguei para o diretor do jornal e expliquei tudo, ele disse que não havia razão para eu ficar desapontado. Isso só me deu ambição e eu tinha que conseguir, não importava o que acontecesse.
O flamenguista me levou para a casa de um amigo, e procuramos uma solução. Havia um voo de Rio Branco para Brasília, no dia seguinte, às 14h45. Eu queria um táxi para Rio Branco, mas o taxista cobrou US$ 400 (R$ 829) para sete horas de viagem, e era exatamente o que eu tinha na carteira.
E surgiu o Airton, que ia para lá às 9h, mas eu perderia o voo. Convenci, então, pela saída às 5h, e ele me levou na casa de seu amigo peruano, Paulo Banir. Fizemos um churrasco, no dia seguinte me ajudou até com a passagem.
Depois do desespero, Süleyman conseguiu relaxar no churrasco (Foto: Arquivo pessoal)
Quando, enfim, cheguei em Curitiba, novo problema, e novo amigo: Robson William. Eu só tinha dólares, e o banco estava fechado. Ele me deu R$ 10, e disse que eu deveria pagar só quando voltasse ao Brasil. Fui para a cidade, e consegui me acomodar para nova aventura: encontrar o Alex.
Estou trabalhando em um livro baseado em minha vida profissional. A aventura brasileira será a lembrança mais colorida.
Cerca de 100 policiais entre tropa de choque estavam presentes na tranca que liga Epitaciolândia ao Departamento de Pando - Cobija para garantir a passagem de caminhões de combustível como também de outros equipamentos.
Os conflitos começaram quando os familiares do moto-taxista Eronildo prezo na Bolívia se recusam em sair do meio da ponte para a passagem das 17 carretas. A polícia teve que usar bomba de efeito moral para conter os manifestantes e liberar a passagem dos veículos com cerca de 600 mil litros de combustível.
Entenda o caso
O moto-taxista de Brasiléia Eronildo da Silva Lopes, 46 anos, pai de seis filhos, morador do km13 da estrada de Assis Brasil, foi preso na última sexta-feira (26) às cinco horas da tarda na cidade de Pando Cobija.
De acordo com informações de outros moto-taxistas e familiares, Eronildo foi prezo pela policia Boliviana após receber uma ligação no orelhão localizado na parada de moto-taxis, onde uma pessoa ligou pedindo um moto-taxis para pegar uma encomenda em Cobija. Quando estava a caminho, Eronildo pegou uma pessoa que estuda medicina na UAP, ao retornar ele viu uma pessoa com as características da pessoa que tinha ligado pedindo o serviço pelo telefone, ao parar foi entregue ao moto-taxista um envelope com mais 2 mil dólares. Quando o moto-taxista andou cerca de 200 metros foi preso pela Policia Boliviana. Dez minutos após sua prisão a pessoa que havia pedido o serviço ligou novamente para saber se o Eronildo já estava do lado Brasileiro para entregar a encomenda.
O moto-taxista foi preso e levado sem o conhecimento de sua família para presido em Vila Bunche. Sua moto que deveria ter sido preso foi utilizada por policias depois de sua prisão.
Nessa quinta-feira (15) a Policia Militar através do Capitão Rômulo e o comando de gerenciamento de crise do estado do Acre tentou por duas vezes conscientizar os familiares a liberar a passagem dos caminhões e as penalidades que estavam sujeitos caso prejudicassem o trabalho da policia.
Quatro pessoas foram presas, entre elas um menor de 14 anos,os mesmo foram conduzidas para a delegacia da Policia Civil de Epitaciolândia e de lar foram transferidos para delegacia da Policia Federal para ser lavrado o termo circunstancial por meio do boletim de ocorrência da PM.
Segundo o delegado PF Dr. Gustavo, as pessoas detidas serão indiciadas pelos crimes de desobediência e resistência, não tendo passagem pela polícia serão liberados para responder processo em liberdade. Os mesmo ficaram detidos em uma sala a espera do restabelecimento de energia elétrica que foi suspenso desde as 9h da manhã no centro da cidade de Epitaciolândia devido os trabalhos de manutenção de rede e troca de cabos de energia elétrica, com previsão para restabelecer às 3h da tarde.
Essa foi à quarta manifestação realizada por parte dos familiares do moto-taxista preso na Bolívia.
Repercusão nas redes sociais Hoje estou muito revoltado com a cena que vi, uma familia umilde fazendo umamanifestação em prol de um ente que está preso na Bolivia e as autoridades Brasileiras passarem por cima como um trator sem diálogo, batendo e hulmilhando ainda mais aquelas simples pessoas.... só quem viu mesmo como eu vi é que pode estar revoltado como estou. Lembrei dos empates, das lutas e hoje com o tanto de lei que existe como DH e outras pensei que isso não aconteceria mais. . . enfim é o Brasil. . . São em razão das ações desse tipo que presenciei hoje pela policia que está acontecendo essa onda de violencia em São Paulo e vai se espalhando em todo o Brasil. É a revoltante . . . é lamentavel.
Não só os mototaxista devem fazer manifesto mais td cidadão brasileiro deve fazer parte dessa luta, não conheço o mototaxista que está preso, mais com toda certeza ele não merece está em um lugar tão desumano como as prisões da Bolivia, coloquemo-nos no lugar da família, esse movimento tem que criar força para ver se as autoridades fazem alguma coisa..o Brasil é muito bom para os outros. o BRASIL CONTRA brasileiros que vergonha, vamos nos mobilizar e repassar ate que chegue as autoridades, sejamos incoformados com essa situação.é um compatriota nosso, se ele deve ou não, não sei. mais deve responder em seus pais.