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A dedicação ao jornalismo investigativo, denunciando políticos e todo tipo de crime contra o patrimônio público, está cada vez mais arriscada em nosso país.
Isso é o que informa a ONG suíça "Campanha Emblema de Imprensa", entidade que defende nos fóruns da ONU (Organização das Nações Unidas) uma maior proteção a jornalistas em locais de guerra e em situações de violência em qualquer região do planeta.
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Com sete mortes acumuladas em 2012, o Brasil aparece como um dos quatro países com maior índice de mortalidade de jornalistas, apesar de não estarmos em guerra e vivermos em regime de democracia consolidada.
O levantamento realizado pela entidade --sobre os casos de assassinatos, ameaças e prisões de jornalistas pelo mundo-- serve de alerta aos governos sobre a situação vivida pelos meios de comunicação.
Altoacre

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